terça-feira, 3 de março de 2015

Você nasceu, Salles Júnior!



Sou apaixonada pelo futebol.
Sou apaixonada por um veículo de comunicação: o Rádio.
Quando se une Futebol e Rádio...
Ouvir a narração dos jogos pelo Rádio é se deixar levar pela imaginação diante do real;
é ir de encontro ao pico máximo das emoções;
é fechar os olhos e deixar que todas as outras capacidades do nosso corpo fiquem no comando.
Hoje o cara que me permiter vivenciar tudo isso está de aniversário:
Você nasceu, SALLES JÚNIOR!
Só me cabe te desejar do fundo do meu coração muitas felicidades, saúde e sucesso sempre.
Você nasceu pra deixar o futebol ainda mais apaixonante.
Que nossa Senhora da Ressacada te proteja e ilumine.
#SouFã

segunda-feira, 2 de março de 2015

Decisões do Conselho Deliberativo

Foto: Vandrei Bion/Avaí Oficial


O Conselho Deliberativo do Avaí Futebol Clube, em reunião extraordinária nesta segunda-feira (2), formou uma comissão de três conselheiros para acompanhar o processo administrativo instaurado internamente para apurar os fatos do caso Antonio Carlos.
Ficou decidido também que um documento será encaminhado à Diretoria Executiva com os questionamentos dos conselheiros sobre o assunto e demais pautas e que deverá ser respondido até o dia 19 de março.
No dia 24 de março haverá uma nova reunião do Conselho para apreciar o resultado do processo administrativo e das respostas da Executiva.
O Conselho levará à Diretoria do Clube outras pedidos, entre eles, o resultado do diagnóstico financeiro feito por uma auditoria externa em 2014, o relatório dos percentuais de jogadores do atual elenco, além de uma denúncia ao STJD sobre as provocações e incitação à violência por parte do atleta França.
A reunião desta segunda também aprovou o ingresso de novos conselheiros.

Fonte: Site Oficial do Avaí Futebol Clube.

O imbecil por trás da matéria

Desde quando para se valorizar e divulgar um produto (um clássico por exemplo), se busca material sem valor?
Foi exatamente isso que fez o Diário Catarinense quando estampou em sua capa de domingo uma falsa e ridícula comparação entre Marquinhos e um jogador que faz parte, constantemente, das páginas policiais.
Marquinhos um jogador que escreveu e escreve sua história no Avaí com profissionalismo, respeito, dedicação ao Clube, conquistas e vitórias, muitas vitórias. Já o outro, bom, não sei nem mesmo se já ganhou par ou impar nas rodinhas da concentração do time 'doladelá'.
Ora, o Figueirense não precisa disso. O Clássico não precisa disso.
E o cara responsável pela capa e pela matéria precisa ser internado por um tempo e ao receber alta, voltar ao banco da faculdade de jornalismo como exigência do Jornal para que ele volte a exercer suas funções.
Nunca em momento algum na história dos clássicos se forjou ídolos, se insuflou torcedores, via mídia, escolhendo qualquer um para representar as cores dos dois grandes Clubes da Santa Catarina. As torcidas sabem disso. E não precisamos ir longe na memória.
A pouco tempo atrás havia sim, dois jogadores que poderiam e deveriam estampar as manchetes antes dos clássicos: Marquinhos e Fernandes.
Qual a intensão da matéria, do jornalista que a escreveu e de quem permitiu a publicação da mesma? 
O que as torcidas poderiam fazer com essa informação comparativa, falsa, grotesca e sem precedentes, em matéria de comparação, que o jornal publicou no domingo?
Que imbecil escolhe um desclassificado para criar um fato novo e desnecessário no jogo que se sustenta forte por si mesmo, o Clássico?
A escolha e a forja de um falso ídolo foi pra sacanear o único Clássico catarinense e quem a fez é pior, muito pior que o 'escolhido'.
#Significa

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Clássico: O eterno devir



Manjando, mas verdadeiro: Clássico é clássico!
Escrever sobre como será um clássico na véspera é para pitonisas.
Não é o meu caso.
Posso escrever apenas sobre a energia descomunal que move, retilineamente, a massa.  
Alguns poderia dizer 'as massas'.
Não pluralizo, aqui.
Única! É a massa do clássico, um conjunto singular.
De longe tem-se a ilusão ótica de dois conjuntos.
Um azul outro preto.
Mas é o branco, que ao misturar essas duas cores tão diferentes na paleta, as uni na mesma paixão: 
- O jogo clássico
Por noventa minutos o branco é o Senhor da bola.
O jogo jogado.
Para ao seu final, se valendo de uma simbiose futebolística, mostrar sua verdadeira cor nesse dia. Azul ou preto.
O Clássico sempre é branco.
Mas a cor do seu resultado...
A véspera e o clássico sempre voltarão.
Eis o eterno devir.
Paz nos estádios!!!!



sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Baiacus das redes sociais



Tem 'jornalista' que só estava esperando um erro, um deslize do Avaí pra começar a tentar, sim tentar, nos detonar. Uns baiacus travestidos de jornalistas. Se fizer cócegas na barriga de vocês, vocês incham e incham e... Tem gente fazendo cócegas em barrigas de baiacus.
Aqui é Avaí, o mais vezes campeão, a maior e mais fiel torcida. Somos Leão e vamos rugir. 
Seus barrigudos!!!  
Ainda bem que a nossa torcida não se deixa guiar pelo GPS desses safados.
Uma dica: Vão estudar pra pegar o canudo, tuiteiros e presepeiros das redes sociais.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

A torcida Avaiana tem um só nome próprio

Foto: Jamira Furlani

Eu queria poder colocar em palavras o que me provocou a torcida Avaiana que esteve presente no jogo de hoje.
Eu queria, mas querer não é poder.
Jamais conseguiria descrever meu sentir.
Clamo por Pessoa, esse Fernando poeta, por um pouco do seu talento. Um sopro, um abraço que pudesse transportar, Dele pra mim, uma poesia em azul.
Não sou merecedora!
A torcida Avaiana que fez ecoar nossos cantos, nossos gritos de guerra e principalmente, o nome AVAÍ no jogo de hoje, é o próprio Avaí.
O Nome próprio de cada um dos que estavam lá é AVAÍ.
Isso assim, tão assim, arrepia para além da pele. Arrepia a alma.
Com um só nome Próprio a água que os molhou na Palhoça  batizou a todos.
Quem vai chama-los por outro nome?
Quem vai ousar duvidar quando se diz que ninguém cala o amor com que foram nascidos, talhados e batizados?
Se querem nos dividir, nos atormentar, nos fazer duvidar e nos deixar abaixo de zero, nós erguemos alto nossa certidão de nascimento e nossas vozes e mostramos nosso nome: AVAÍ.

Sem sabor / Com Sabor

Quem tem um jogador no elenco com o talento qualificado do Rômulo e deixa ele no banco pra dar a camisa 10 para um tal de Renan Oliveira, não pode mesmo querer que a sua meia cancha renda.
Nossos laterais... Deixo de lado, não vou escrever sobre eles.
No mais, um empate com sabor de nada.
Porque esse campeonato virou nada vezes nada pra nós.
Mas temos um clássico pela frente.
E clássico não é jogo, é Clássico.
Se o campeonato catarinense nos deixa sem nenhum 'sabor', o sabor de um clássico é incomparável, inconfundível e seu menu diversificado nos recola o desejo, que foi nos tirando pelo erro na escalação ilegal de Antonio Carlos, de disputar lutar e vencer a partida.
Domingo tem a melhor disputa, a mais saborosa: o único Clássico de Santa Catarina.
E o que menos importa é o campeonato que se está disputando (no caso do Avaí, participando). 
Aqui o que vale é a vitória, que em matéria de sabor se equivale a saborosa derrota do maior rival. Como é delicioso o sabor de derrotar eles.
Do nada, em que nos deixaram, o clássico pode nos dar TUDO.
Que o Avaí nos sirva no domingo o nosso menu.
Vamos pro Clássico, Leão!!!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Raça e credibilidade

Nosso time entra em campo nessa quinta para enfrentar o Guarani de Palhoça.
Pode-se criticar o desempenho técnico nas partidas disputadas pelo Avaí esse ano, mas não se pode colocar em cheque a vontade e a união desse grupo na tentativa de superar os problemas decorrentes de um elenco com nova montagem e jogadores com o  nível de Marquinhos Santos e Eduardo Costa ainda não terem estreado; de Antonio Carlos, Roberto e William Rocha iniciarem apenas nas últimas rodadas sua participação na equipe; de início de temporada que trás problemas tanto de condicionamento físico, quanto de entrosamento.
No jogo contra o Marcílio Dias vimos um Avaí mais bem postado em campo, uma zaga mais segura e uma ataque fazendo gols. Claro que muito há por se fazer para o time render mais taticamente. 
Os jogadores precisam ir a campo sabedores de que a camisa do Avaí é o motivo maior para superar o erro extra-campo cometido pelo Clube, que vai nos custar a retirada de 6 pontos.
Num campeonato de tiro curto reverter essa situação é praticamente impossível, mas é em campo que vamos ver e reconhecer a hombridade e o profissionalismo desses que vestem nosso manto sagrado. Seis pontos se vão sem chutarmos a bola. 
Que com a bola nos pés os jogadores Avaianos encarnem a fidelidade a raça e a paixão que está na alma de cada torcedor do Avaí, em cada linha das nossas conquistas.
O Avaí está acima de todos nós, mas somos nós, torcedores e jogadores, que precisamos realinhar as estrelas em nosso escudo fazendo valer, com atos, da gloriosa história Avaiana. Tanto a escrita desde 1923, quanto para além do dia de hoje. 
Os dias que estão por vir terão a nossa marca: Raça e credibilidade. Em campo e fora dele. 
Só faz parte da história quem está inserido e ativo na luta por suas paixões e certezas:
- É certo que somos apaixonados pelo Avaí!