quinta-feira, 20 de julho de 2017

Que 'côsa': o chute do Joel bateu na trave

Foto: Jamira Furlani/Avaí FC

Focado e bem postando, o Avaí soube enfrentar o líder do campeonato e por detalhe não saiu vencedor. O empate em zero a zero não condiz com o bom jogo dessa quarta na Ressacada.
Júnior Dutra jogou muito bola e a zaga avaiana, novamente, soube se postar corretamente diante das estocadas do Corinthians, principalmente a boa e constante movimentação do atacante Jô.  Uma pena que o Joel apareceu pouco no jogo e na bola que conseguiu chutar a gol... a 'gorduchinha' bateu na trave.
Juan começou aberto pelo lado direito e ficou um pouco sumido, mas quando trocou de lado com o Júnior Dutra apareceu mais no jogo. Tem que aparecer mais no jogo. O homem do jogo foi Júnior Dutra. O cara jogou muita bola os noventa minutos. 
Pedro Costa e Simião estiverem bem na partida e Judson mesmo um pouco abaixo dos dois, não comprometeu.
Leandro Silva tomou algumas bolas na costa, mas teve sempre uma cobertura perfeita do Alemão. Mas o cruzamento mais perigoso partiu do lateral direito, que Simião por muito pouco não marcou.
Capa na defesa não comprometeu, mas no ataque apareceu sem muita chances de cruzamentos.
Um bom jogo do Avaí.
Claudinei saiu com o time certo, fez substituições na tentativa de vencer a partida com a entrada do Rômulo, por cansaço do Juan, e do Marquinhos no lugar do Simião. O galego conseguiu meteu uma bola para o Rômulo que optou por não chutar a gol e passar para Dutra que se movimentava ao seu lado, mas tocou fraco na bola e a zaga Corinthiana cortou. Tirou Judson por cansaço e colocou Lucas Otávio.
Que esse empate faça o Avaí ver que precisa jogar focado e bem postado todos os jogos. Foi assim contra o Grêmio, mas no jogo seguinte contra o Coritiba não repetiu a mesma postura em campo. Contra o Cruzeiro precisa jogar no mesmo nível e claro, fazer a rede balançar.

AVAÍ: Douglas; Leandro Silva, Alemão, Betão e Capa; Judson (Lucas Otávio), Wellington Simião (Marquinhos), Pedro Castro e Juan (Romulo); Junior Dutra e Joel. Técnico: Claudinei Oliveira.

CORINTHIANS: Cássio; Fagner; Pablo (Pedro Henrique), Balbuena e Guilherme Arana; Gabriel (Kazin), Maycon, Rodriguinho, Jadson (Marquinhos Gabriel) e Romero; Jô. Técnico: Fábio Carille

domingo, 9 de julho de 2017

Competência, bravura e sincronicidade: vitória!

Goleiro Douglas comemora defesa de pênalti batido por Edílson
Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Competência, bravura e muita sincronicidade.
A vitória Avaiana em plena arena do Grêmio veio assim:
1) Competência do goleiro Douglas;
2) Bravura de todos que estiveram em campo;
3) sincronicidade entre a necessidade que exigiu as trocas que Claudinei fez.

A primeira troca veio desde o jogo contra o Botafogo: precisou Maurício cometer um falha crucial para que Claudinei se convencer do que a maioria já sabia. A troca dos goleiros fez toda a grande diferença nas três últimas partidas;
a segunda troca foi no jogo de hoje: a saída por lesão do Luan fez Claudinei colocar em campo Simião e ele não apenas abriu o placar, com um golaço,  como deixou a meia cancha avaiana mais qualificada e mais, Judson joga melhor sem Luan jogando ao seu lado;
depois Claudinei trocou Rômulo por Júnior Dutra e o segundo gol avaiano veio dos pés, novamente, de outro cara que saiu do banco e mais, com passe de outro que saiu do banco, Willians (entrou no lugar do Juan). Nova sincronicidade: mais um gol que contou com dois jogadores que vieram do banco.

Mas é impossível falar dessa vitória sem hiper valorizar a atuação magistral do goleiro Douglas.
Todo mundo sabe que o 'se' não joga, mas todo Avaiano sabe que 'se' Douglas não estivesse no gol no jogo de hoje, nos sofreríamos uma derrota em Porto Alegre. Goleiro que sabe se colocar, sabe sair do gol e hoje ainda soube antever como seria a batida do pênalti de Edílson.

O Grêmio teve uma média de 70% de posse de bola. Atacou o Avaí o tempo todo, mas quando a nossa boa defesa era envolvida, o ataque gremista não conseguiu nunca vencer o nosso arqueiro, nosso paredão, nosso guardião.

O Avaí de Claudinei entrou com uma proposta de jogo: empatar. Essa proposta estava dando certo porque Douglas estava em campo e essa proposta foi além do que Claudinei desejava porque Simião, devido a lesão de Luan, entrou e marcou o primeiro gol e Júnior Dutra também, pra definir a vitória a nosso favor.
Valeu a raça, a luta e a bravura dos jogadores; a excelência do arqueiro e os pés calibrados de Simião e Dutra.
Quinta feira é com a gente, 'camisas 12': Todos pra Ressacada! 

domingo, 2 de julho de 2017

Pra se lamentar (e muito) esse empate

Guilherme Hahn/AGIF

Uma meia cancha  com apenas um jogador que sabe tocar a bola, Juan; o Avaí fez um jogo sem muitas chances de gol contra um Ponte Preta fechadinha. Muito erros de passes e nenhuma tabela que pudesse abrir a retranca do seu adversário, o Avaí teve um chute a gol do Joel que a bola acabou indo pra fora; um chute do Rômulo que teve defesa com rebote do Aranha, mas o zagueiro conseguiu se antecipar a Pedro Castro. Muito pouco para um time que jogou em casa contra um adversário que veio para empatar.

Joel fez novamente uma boa partida, mas a bola chegou muito pouco nele.
Alemão e Betão estiveram bem na defesa.
Luan e Judson não sabem sair tocando a bola quando ela passa por eles ou mesmo quando a recuperam e o contra ataque Avaiano morre já na meia cancha.
Capa até se movimenta bem e tem muita vontade, mas erra passes em demasia e peca pela precipitação.
Rômulo tem que ir e voltar até a linha de defesa para ajudar na marcação. Mata qualquer atacante.
Ruan enquanto teve folego foi o único cara consciente da meia cancha. Depois do 15 do segundo tempo, cansou.
Pedro Castro se movimenta pouco. Tem que render mais, criar mais.
Júnior Dutra, quando entrou, foi jogar na posição errada. Não rende fazendo a meia. Tem que jogar mais na frente.
Simião poderia ter entrado jogando no lugar de um dois volantes. Entrou tarde, não fez muita coisa no jogo.
Leandro Silva jogou o primeiro tempo e saiu machucado. Não vinha rendendo. Tavares entrou em seu lugar e apareceu mais no ataque com jogadas pela ala.
Douglas prova a cada jogo que ele já deveria ser o titular a muito tempo.

O Galego fez falta nessa partida. Nenhuma tabela? Ensina pros caras, M10!
A Ponte Preta fechada e o Claudinei não ousou nem mesmo assim.
Jogo para o Avaí ter vencido se Claudinei saísse da sua mesmice. Sem esquecer que temos um elenco com carências sérias.
Pra se lamentar (e muito) esse empate. 

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Douglas e Joel: vida nova ao Avaí

DOUGLAS: QUE HOMEM!
Foto: THIAGO RIBEIRO / AGIF

E a vitória veio porque o Avaí teve um centro avante em campo e um goleiro.
Claudinei fez o que todo mundo queria: mudou o goleiro e viu o time dele, o nosso Avaí, vencer fora de casa. E mais, outra coisa que pedimos a tempo era um camisa 9. Joel já havia jogado bem na estreia e hoje fez o que se espera dele: gol!
O Avaí fez um bom primeiro tempo e em dois ataque matou o jogo. Matou porque mesmo recuando teve embaixo dos 3 paus um goleiro seguro e corajoso.
Claudinei teve outro acerto: colocou Ayrton na zaga ao lado do Betão. E o grandalhão não deixou passar uma bola pelo alto, e olha que o Botafogo tentou pacas.
Juan esteve muito bem enquanto teve folego. Uma pena ter sido substituído porque Tavares que entrou mal em seu lugar.
Pedro Castro esteve bem melhor que nas partidas anteriores.
O importante foi marcar os 3 pontos e fora de casa.
Soubemos segurar a pressão do Botafogo, tivemos jogadores que souberam jogar o jogo.
Claudinei adquiriu folego. Estava preocupada porque sei que a falta de resultados positivos derruba rapidamente um técnico no Brasil. Claudinei pode mostrar mais, pode ousar mais deixando de lado algumas convicções que estavam atrapalhando o seu trabalho. Hoje ele descobriu que o goleiro certo estava a muito tempo no banco. Que 'partidasso' fez o Douglas!
Vamos em frente e pra cima, Avaí!

(Camaronês num time de uma ilha formosa só pode se dar bem)

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Paradoxal comissão técnica Avaiana

Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS

Sem convicção e teimosos: Paradoxal comissão técnica do Avaí.
Essas duas característica estão permeando as atitudes de Claudinei e Evando.
Teimosia num esquema tático que obriga seus jogadores de frente a recuar muito e o tempo todo; teimosia em sempre após os vinte minutos do segundo tempo tirar de campo o capitão Marquinhos, mesmo quando ele está acrescentando ao jogo e muitos outros não; teimosia em manter um goleiro que vinha falhando e que hoje falhou além do aceitável. Falta de convicção na escalação do time e nos jogadores que entram nas suas substituições. E hoje mais uma coisa: precipitação, por estar na lanterna, ao colocar o Maicon de titular sem o jogador estar fisicamente preparado para uma disputa de série A. Acredito que ele vai contribuir com o grupo, mas acho que ele precisava de mais tempo para se preparar. O Abel viu isso rapidinho.

Hoje começamos fazendo uma partida boa, mas a teimosia de manter o goleiro acabou com o jogo pra nós. Literalmente acabou. O goleiro falhou vergonhosamente no primeiro gol (entregou) e falhou também nos outros dois: bola na pequena área é do goleiro, e no terceiro, mesmo ela desviando em Maicon, ele tinha tempo de pegar pela distância do gol de onde houve o  desvio, mas estava adiantado.
Não gostei da atitude do Juan na briga com o Rômulo. Isso não pode se repetir jamais.
Gostei da estreia do Joel.
Willians e Pedro de novo? 
Judson saiu de campo por causa do amarelo? Coisa de time pequeno. Ele vinha muito bem no jogo. As contratações não estão ajudando em nada. 
E vocês podem até discordar, mas tirar o Galego hoje pra colocar o Willians? Me poupe!
E o que vem desempenhando o Capa? Bem abaixo da crítica.

Tivemos chances de gol, antes da lambança do nosso goleiro. O goleiro adversário fez o que precisa ser feito. Outra, no segundo tempo, Rômulo chutou na mão dele.
Um bom time começa por um bom goleiro. Não renovar com o Renan foi um erro e estamos pagando por isso. O barato sai caro.
Acorda, Presidente!

domingo, 18 de junho de 2017

Sem força ofensiva o Avaí perdeu novamente



Com o mesmo problema das partidas anteriores, o Avaí perdeu o jogo para o Vasco em decorrência de ausência de força ofensiva.
Capa novamente esteve mal na partida, não conseguiu descer ao ataque com qualidade e parou em todos os lances por erros seus na saída da defesa para o contra ataque. Leandro Silva também esteve apagado e Simião não repetiu o futebol que apresentou contra o Atlético MG e o Flamengo. Juan e Marquinhos até tentaram alguma coisa, mas o Avaí tem uma carência grande para completar qualquer jogada de ataque. Além do aproveitamento abaixo da crítica de jogadas pelas alas, até hoje não tivemos em campo um camisa 9. Rômulo vem atuando bem como um pivô, mas nem sempre, sozinho, vai conseguir vencer a defesa adversária.

Os jogadores que foram contratados ainda não mostraram nada que possa mudar o jogo Avaiano, com exceção do Juan, os demais como Pedro, Willians, Lucas Otávio e Diego Tavares estão devendo.
Jogando sem sua zaga titular o Avaí cometeu poucos erros na sua defesa, mas um erro só bastou para que o Vasco marcasse o gol da vitória no primeiro tempo. Leandro Silva falhou, Judson veio cobrir e falhou também, Airton mal posicionado na área e o goleiro que não saiu para abafar, permitiram o cruzamento na área feito por Nenê encontrar Pikachu, que marcou.

Claudinei colocou Willians (D. Tavares), Lourenço (Marquinhos) e Pedro (Simião) no decorrer do segundo tempo. Não mudou nada, ficou até pior. 
O Vasco jogou pouco e vence, o Avaí jogou quase nada e perdeu.

Foto: Paulo Fernandes - Vasco da Gama

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Péssimo futebol do Avaí



Uma péssima apresentação do nosso Avaí.
Infelizmente nosso elenco ainda não tem 'força' para disputar uma série A.
Não temos um time completo e muito menos um banco que possa mudar o jogo e mais, Claudinei peca também ao não ter convicção na hora de substituir; na demora por substituir e nos jogadores que indicou,  que até agora mostraram muito pouco para jogar uma série A.

Estamos carentes em muitas coisas. O nível do futebol mostrado contra o Atlético Mineiro e Flamengo se deu muito por conta da aproximação entre Marquinhos e Juan. Esses sabem jogar bola.
Capa hoje errou tudo e mais um pouco; Leandro Silva jogou mal e ainda fez um pênalti infantil; perdemos Alemão por lesão; Willians foi um homem a menos; Luan e Judson tão vistos; Rômulo esteve sozinho, sozinho lutando na frente e Betão ficou cobrindo o Capa o jogo todo. Gustavo entrou no lugar do Alemão e está sem ritmo de jogo. Simião não foi o mesmo das outras partida; Pedro não mudou nada quando entrou; Diego Tavares jogou pouco tempo. Juan foi o melhor jogador em campo, mas esteve sozinho e as vezes mal posicionado em campo. Claudinei demorou muito pra mexer e como disse acima, sem convicção: dessa vez não usou Lourenço. Diego Jardel e Caio César não sei por onde andam, Lucas de Sá (não aproveitado por esse comissão técnica) foi pra Tombense. Camisa 9 não temos desde William. 

Longe, estamos longe até momento, de um ter um time competitivo para a disputa desse campeonato. Urgência urgentíssima na qualificação do elenco e numa postura mais convicta e corajosa do nosso técnico. Afinal, os jogadores que chegaram foram com o aval dele. E ainda nos falta zagueiro, meia, volante, centro avante, zagueiro e um goleiro, esse pode estar no banco. Sem falar que nas laterais os dois titulares estão rendendo muito pouco.
Marquinhos, atualmente o maestro dessa orquestra desafinada do Claudinei, sempre faz falta; Júnior Dutra fez falta e Denilson, com um pé só, rendia mais que esse Willians.
Vamos torcer para a lesão do Alemão não ser séria.
Finalizações: 20x3 pra eles.
Atlético GO 3 x 1 Avaí.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Os 2'19'' reveladores do futebol brasileiro

02:19' reveladores

2'19'' (dois minutos e dezenove segundos): foi esse o tempo que durou o pseudo-jogo de ontem.
Da marcação do pênalti a sua 'desmarcação' o Brasil pode assistir o comando do jogo deixar o gramado da Ressacada e ser decidido externamente por uma interferência  midiática contra o time da casa. Assustadoramente lenta, pela velocidade da comunicação dos dias de hoje.
Foi nos negado analisar e escrever sobre a bola rolando nesse jogo, foi nos negado dar notas aos seus protagonistas, porque deles foi retirado o protagonismo.
Inaceitável morte do futebol. Decorrência cruel da morte já anunciada e executada dos torcedores nos estádio que a CBF e seus asseclas vem arquitetando a muitos anos. Fora tudo que é do futebol: o jogo jogado no gramado com seus erros e acertos; a torcida na arquibancada; a polêmica apaixonada sobre os lances; as bandeiras tremulando; a cerveja; a paixão.
Em dois minutos e dezenove segundos todo um trabalho de preparação física, de preparação técnica, de treinamentos foram jogados no lixo dos safados que vem administrando o futebol brasileiro. 
Dois minutos e dezenove segundos tragaram o domingo do torcedor que saiu da sua casa quase 3 horas antes do jogo para poder chegar na Ressacada com tranquilidade, que pagou pelo ingresso, que pagou pela gasolina do seu carro ou a passagem do ônibus, que optou por esse entretenimento para num domingo lindo de sol foi ver seu time jogar.
Dois minutos e dezenove segundo desnudaram mais um pouco dessa grande sacanagem que virou o nosso Brasil ao ser dirigido em seu futebol e sua politica por interferência externas a ética e a grandeza do povo brasileiro.
Como disse a mídia que manda (ops! que narrou) o jogo: 
- "Vai nos consultar de novo, vai nos consultar de novo".
Que triste!
(sabe quem vai pagar pela safadeza do jogo de ontem? O capitão-torcedor que disse tudo que todos nós gostaríamos de dizer sobre a turma do Mato Grosso que nos visitou ontem)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Dor e esperança em Minas

Foto: globoesporte.com

Muito difícil e doloroso para o torcedor aceitar dois tipos de derrotas:
1) por interferência da arbitragem e/ou
2) quando o time joga bem

No primeiro jogo desse brasileiro o Avaí, mesmo não jogando bem, deixou de vencer por um erro de arbitragem bizarro demais e no jogo de hoje, um Avaí mais bem postado na meia cancha; mais criativo e mais pegador e por isso mesmo com mais chances criadas para marcar (coisa que não vinha ocorrendo até então), foi derrotado jogando bem e cometendo apenas um erro defensivo.  
Um pecado!
É doloroso perder jogando bem ou sendo roubado.
Mas a derrota de hoje, jogando bem, trouxe consigo Ela: a Esperança.

Hoje com uma meia cancha jogando com Luan, Simião, Juan e Marquinhos jogamos bola em Minas, e Capa voltou a aparecer muito bem no ataque. Faltou ao nosso time aproveitar suas chances (Vitor foi o melhor em campo pelo Atlético) e mais uma coisa: faltou um centro avante, um homem de área, um camisa 9 de ofício.
Fizemos nossa melhor partida e não vencemos pela falta de força ofensiva e por nos faltar um banco mais qualificado para um série A.

Bola pra frente, sem o 'dançarino' que pediu pra sair (Denilson: danças muito mal), na esperança de que chegue na Ressacada um camisa 9. 
(Alemão falhou no cruzamento, Maurício quis defender com os olhos e Fred marcou: 
Atlético MG 1 x 0 Avaí) 

domingo, 4 de junho de 2017

Avaí vence o Sport com gol do Rômulo

Foto: Jamira Furlani Avaí 1 x 0 Sport

Com um esquema de jogo que mudou naturalmente só com a entrada de um jogador, que soube se movimentar e dar assistências assumindo, juntamente com o Marquinhos,  a meia cancha avaiana, o Avaí se arrumou na meia e jogou diferente do que vinha apresentando nesse brasileirão. Juan estreou e arrumou um pouco o que ainda precisa mais aprimorado no nosso time. Ao perder Judson por lesão durante o jogo, Claudinei optou pela entrada de Simião e esse jogador contribuiu também para melhorar o jogo Avai. Capa pode subir mais para o ataque com essa formação e Avaí criou mais jogadas no ataque mesmo entregando a bola para o seu adversário. Foi num cruzamento de Capa, com a movimentação correta do Simião na frente da zaga adversária, que a bola sobrou limpa para Rômulo. O atacante Avaiano fez o primeiro gol do Avaí que acabou por nos dar também a nossa primeira vitória.
Diego Tavares não comprometeu na lateral; Luan, com essa nova meia cancha, jogou melhor que nos jogos anteriores; Júnior Dutra teve boa movimentação e por pouco não fez um golaço (a bola bateu no travessão); Juan fez uma boa partida dando nova movimentação na meia cancha; Capa voltou a mostrar um bom futebol; Marquinhos teve companhia e não ficou sobrecarregado; Alemão e Betão fizeram, novamente, uma bela partida. Rômulo marcou o seu, mas pode render mais nas finalizações. Maurício quando foi preciso ( o Sport teve posse da bola mais ameaçou pouco o Avaí, que soube controlar o jogo) esteve muito bem no gol.
Claudinei substituiu Marquinhos por Lourenço, o jovem jogador apareceu muito pouco durante a partida. Acho que Claudinei poderia ter deslocado Juan pra função do Marquinhos (se achou necessário tirar o nosso capitão da partida) e colocar Lourenço na posição do Juan. 
Um vitória importante que prova que nem tudo estava errado e quem nem tudo ainda está certo. O importante foram os três pontos, a boa estreia do Juan, a entrada do Simião e Diego Tavares aparecendo bem na lateral. 
Nota: Marquinhos no jogo contra a Chapecoense fez 350 jogos com a camisa do Avaí. Uma marca que deveria ter sido lembrada e registrada pelo nosso Clube. Não o foi. Que pena!