quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Menos teimosia e mais M10

Emerson e M10 Foto: Jamira Furlani

Depois de muito tempo o Avaí voltou a jogar futebol, mas um minuto a mais acrescentado pelo árbitro (ele havia dado 4 e acrescentou mais um) nos fez sentir na carne a dor do 'imponderável'  que as vezes dá números a partida. Infelizmente um bola que poderia ter sido colocada pela lateral, se transformou num escanteio que deu o gol de empate para o Botafogo.
Num primeiro tempo fraco, sem inspiração, como tem sido os jogos do Avaí nesse brasileiro, Avaí e Botafogo foram para o vestiário com o placar correto: zero a zero.
Mas eis que nesse jogo Claudinei voltou para o segundo tempo com um verdadeiro camisa 10 em campo e se o nosso teimoso técnico tinha qualquer dúvida do que é capaz um jogador do  nível de Marquinhos Santos, a partir de hoje ele não tem o direito de duvidar mais. 
Decreto que está proibido! 

Marquinhos fez o Avaí jogar bola, fez seus companheiros jogarem bola e fez o Avaí sair na frente do placar. O galego além de talentoso é corajoso: é um Leão. Pois ao ouvir o apito do juiz marcando pênalti, colocou a bola na marca da cal e chamou pra si, como já fez muitas vezes, a responsabilidade da cobrança. E olha que antes quase fez um olímpico, em bela defesa de Gatito. Dutra também perdeu um feito. Que toque de bola qualificado o galego deu ao jogo. Que aula! Estou exagerando? Quem viu o jogo sabe que não. 
O Avaí poderia com justiça ter feito 3 gols após a entrada do nosso ídolo.
Marquinhos mostrou para todos que estavam na Ressacada que o Avaí não precisa apenas desconstruir as jogadas adversárias, que o Avaí não precisa apenas esperar pelo seu adversário atrás da linha da bola. Não, o 'iluminado' camisa 10 mudou a partida. Mudou porque sabe jogar bola, mudou porque soube fazer seus companheiros jogarem bola, mudou porque é Avaiano. Quem puxa aos seus não degenera! E o Avaí não fez mais gols porque o Botafogo tem um excelente goleiro. 

O empate aos 50 minutos doeu, está doendo. Mas deve estar doendo mais nos responsáveis pela escalação do nosso time. Empatar com o Botafogo seria até aceitável, afinal o time briga por vaga na libertadores, se Claudinei & Evando não fossem tão teimosos em jogos que poderíamos ter jogado mais bola; se não tivessem insistindo em deixar o galego no banco. Atlético Goianiense, Atlético Mineiro, Vasco e Fluminense. Nesses jogos ele entrou quando já perdíamos e sempre depois dos 20 minutos do segundo tempo. 
São esses jogos e os pontos perdidos neles, que estão fazendo falta para o Avaí.
Que pena!

domingo, 15 de outubro de 2017

Sem saber mudar... inventou!


Claudinei não mudou nada. Apenas inventou.
A nossa sorte é que a tabela também não mudou, continua praticamente a mesma. Muitos times lutando contra o rebaixamento e isso nos deixa com chances de permanecer na A. Mas se o Avaí não começar a jogar um pouco, um pouquinho de bola, vamos lamentar e muito ao final do Campeonato.

Hoje no Rio o que Claudinei fez no primeiro tempo é incompreensível. Ele deslocou o Luan para jogar aberto fazendo as vezes do Dutra e matou o nosso criativo meia. Aberto e sem ter a bola nos pés, Luan ficou sumindo. Tão sumido como andam a muito tempo o Juan, o Pedro Castro e o João Paulo. João Paulo que ele resolveu colocar no lugar do Capa. Como se os problemas do nosso time fossem apenas o Capa não estar rendendo tanto quanto já rendeu. Lucas Lovat deve ser um perna de pau.  Dutra também não vinha bem nos últimos jogos, mas na entrevista coletiva do Claudinei , após o jogo, ele afirmou que o Dutra fez falta e por isso rendemos pouco no ataque. 
Rômulo deveria ter entrando jogando no lugar do Dutra. Luan e Marquinhos na meia. Capa na lateral. Mas como ele também disse na coletiva que nem pensou em sair jogando com o Marquinhos... justifica-se a escalação que ele inventou pra manter o galego no banco.

Um péssimo primeiro tempo. Pois ele voltou com o mesmo time. Quando colocou Rômulo e Marquinhos jogamos bola. Mas não o suficiente pra conseguir furar a retranca de um adversário que se armou, no segundo tempo, para não sofrer o empate. O Fluminense estava em crise e precisava vencer o jogo. Venceu.
Qual é o problema dessa comissão técnica? Cada jogo eles estão 'matando' um jogador com qualidade. Mas o Pedro Castro não morre nunca. Fica sempre em campo. Joga no lugar do Marquinhos, do Judson, do Simião, do Luanzinho... joga muito esse Pedro.

Estamos na luta, ainda com chance de permanecer na elite, mas como venho dizendo aqui faz tempo: Claudinei precisa se reciclar, deixar de ser teimoso e parar de proteger seus 'queridinhos'. Ele é técnico do Clube, não dos jogadores que ele diz 'respeitar' . Marquinhos e Rômulo?  O Lovat nem fica no banco. Pedro, o 'craque polivalente', veio e se foi o Lucas Chapecó. 
Nosso elenco é limitado, mas tenho certeza que sabe jogar bola. Se eu não acreditar nisso nem vou mais nos jogos. Tem jogador que sabe jogar bola sim, e sabe fazer o time jogar mais. Mas está difícil do Claudinei ver isso. 
Se jogar um pouco de bola, volto a repetir, o Avaí permanecerá na série A. Mas entrar em campo com um time só pra destruir... Nós não estamos jogando futebol. Quem sabe jogar futebol está sendo queimado por esse esquema. Queimado no campo, ou queimado fora de campo. 
O Avaí não deu um chute na direção do gol durante o jogo. Ou melhor deu um: no segundo tempo Marquinhos fez o corta luz numa cobrança de escanteio e Luan chutou no gol. Passou perto. Só!  

Fluminense 1 x 0 Avaí. Avaí teve um gol anulado, assim como o Fluminense.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Ainda dá tempo

Uma derrota que acende a luz vermelha, mas que ao final da rodada, diante do resultado dos nossos
adversários na parte de baixo da tabela,  nos permite e nos dá tempo pra colocar nos trilhos o nosso time para reagir e sair dessa situação delicadíssima.
Nem tudo está errado, nem tudo está certo.
É necessário que Claudinei reveja algumas escolhas de acordo com o andamento da partida.  Ele tem seu esquema, mas o campeonato está exigindo mudanças táticas para o Avaí. Os adversários precisam ser surpreendidos também.  
O que  a comissão técnica precisa ver é que se acreditam que Marquinhos não pode ser titular, precisam ter em mente que ele pode ajudar e muito na competição. A demora em colocar o Galego no time, a demora em mudar o esquema tático durante as partidas tem nos deixado sem reação, sem mudanças que permitam ao time mostrar algo novo.
Jogadores como Júnior Dutra, Leandro Silva, Joel e Capa estão deixando a desejar. Precisam voltar a jogar com mais intensidade. Nossa meia cancha sabe desarmar e isso é pouco. Pedro Castro é volante, não um meia de ligação. Luan Pereira já mostrou que precisa estar em campo. Marquinhos sabe não apenas mudar o ritmo do jogo. Sabe dar alma ao time, sabe cobrar faltas e mais, preocupa o time adversário. O Vasco mudou seu esquema tático quando ele entrou em campo.
Claudinei precisa diversificar seu trabalho, seus treinamentos e seu time em campo quando se faz necessário. 
A luta continua e temos sim, chances reais de permanecer na série A.
#vaipracimadeleleão

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Parabéns presidente, muitos anos de vida!


Hoje o presidente do Avaí, Francisco Battistotti, está comemorando mais um ano de vida.
Sabemos o quanto é difícil comandar um Clube de Futebol no Brasil. Clubes de médio porte mais difícil ainda. Battistotti assumiu o Clube num momento delicado e soube com coragem e muito trabalho, dedicar seu tempo integral nas demandas necessárias que o cargo requer.

Desejo ao nosso presidente muitas felicidades, muita força e saúde para continuar realizando seu trabalho junto ao Clube e muito amor junto  a seus familiares e amigos.
Não é fácil encarar um desafio sob a desconfiança de muitos. 
Obrigada por estar conseguindo colocar nos trilhos o nosso Avaí.
Cada dia merece o seu cuidado e assim vai continuar sendo teu desafio frente ao maior de Santa Catarina. Que saibas enfrentar como um Leão que és, todas os problemas que sempre surgem quando os resultados não vem. Continue no caminho do saneamento do Clube com um administração pés no chão, mas com a bravura que requer o futebol e a serenidade que requer a administração do mesmo.
Parabéns presidente,  muitos anos de vida!

Foto: Leo Munhoz/Agencia RBS

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Muitas batalhas: Um só coração!



Parte de baixo super embolada: assim está a tabela do brasileirão.
O oitavo colocado tem 34 pontos.
Nosso Avaí tem 30 pontos e se encontra na decima oitava posição. Um ponto a menos que as equipes de Fluminense, Ponte, São Paulo e Bahia, 16º, 15º, 14º e 13º colocados, respectivamente.

A luta para se manter na elite será contra muitos adversários até o final dessa 'guerra'.
Cada batalha dentro de campo tem que ser encarada com seriedade e muita, muita bravura.
A seriedade que vem da sabedoria que encara os seus limites e a bravura para lutar além deles. 
É assim que Claudinei deve postar seus comandados em campo.
Essas batalhas vão se estender por todos os jogos até o final do campeonato. Disso não tenho dúvida.

Saber tirar o melhor de cada um, saber manter o foco e a união do elenco é necessário. Marquinhos tem um papel importante no vestiário e fora dele quando for escalado. No vestiário sabemos a capacidade do Galego para unir seus companheiros de luta (Marquinhos ama o Avaí). Tem sido assim nos últimos anos. Principalmente no ano passado. Marquinhos soube unir o grupo e fazer o elenco acreditar, focar e conquistar o acesso diante de um panorama difícil dentro e fora do campo.
Claudinei tem seu esquema, tem suas convicções. Mas as vezes será preciso que nosso comandante erga os olhos além do que acredita ser  possível e assim possibilitar que seus jogadores possam mostrar pra ele e pra torcida Avaiana, que limites são feitos para serem ultrapassados. 
No futebol a garra, a união e a cautela podem nivelar quando há limitações,  mas é a inteligência e a coragem criativa dos jogadores diferenciados que faz um time se elevar além dos seus adversários e vencer a 'guerra'.

Serão muitas batalhas. Temos um general com a pele das nossas cores, nosso escudo no coração, alma e espírito Avaiano. Temos jogadores unidos. 
E tem nós, torcedores! Sim, a hora é presente. Ouça o chamado de cada batalha, compareça e façamos dos nossos corações um só coração. A 'guerra' também é nossa e não há vitória sem um exército de soldados comprometidos e fiéis. No futebol a luta se estende para além dos gramados.
Vista nosso uniforme e venha pra Ressacada!
Que saibamos lutar a nossa luta. Raça e coragem, união e bravura!

domingo, 1 de outubro de 2017

Além do desarme e do chutão


Assim como acerta quando joga contra times com elenco mais qualificado ao optar por um esquema tático fechado, com jogadores na meia que só sabem desarmar, mas aceitável porque nossa zaga é segura, nosso goleiro ótimo e nossos 'meias' e  'atacantes' jogam recuados, Claudinei erra a não mudar seu esquema tático quando pode e hoje, ele não só poderia como deveria. Além disso ele também escalou mal e substituiu mais mal ainda.

Se o elenco do Avaí não tem qualidade para enfrentar de igual pra igual os Clubes com maior poder financeiro nas contratações, o esquema fechadinho e com os jogadores tento disciplina tática, funciona para se empatar ou ganhar alguns jogos por um a zero. Mas mesmo com um elenco 'enxuto', Claudinei hoje tem no banco jogadores que podem mudar um jogo e/ou lhe dar opção para usar outro esquema tático diante de uma colocação sempre muito perigosa na tabela.
Hoje Claudinei tinha o jogo perfeito pra isso, mas manteve seu esquema e novamente um homem a menos em campo, Juan. Ao voltar com ele no intervalo nossa comissão técnica mostrou para o Atlético Goianiense e para todos os Avaianos que estavam na Ressacada, que o 'complexo de vira-lata' da comissão técnica, iria continuar em campo. Sem coragem para mudar sua convicção durante o jogo, Claudinei tomou o primeiro gol (num pênalti infantil feito por Capa). 
Depois do gol fez suas primeiras substituições. Sacou Juan para entrada de Luan Pereira (esse tem que ser o titular, já disse isso antes) e Willians entrou no lugar do Joel. Pois 'Willians do Claudinei' foi o 'cara do jogo': em 15 minutos perdeu uma bola bisonha na meia cancha que deu o segundo gol para o Atlético e mais, perdeu dois gols feitos embaixo da trave.

Quando já estava dois a zero... Claudinei chamou quem a torcida Avaiana (que de vira-lata não tem nada) já tinha chamado a muito tempo: Marquinhos Santos. Que abuso me deu!
Mas mesmo assim foi o que valeu no jogo: Ver o M10 mostrando para Claudinei e Evando o que é Um Meia. Marquinhos e Luan deram vida a um time sem graça, que só sabe destruir. Mas quando no campo havia dois jogadores que sabem jogar futebol... nosso centro avante já tinha sido substituído para a entrada do Willians.

Primeiro queimaram o Rômulo, que joga mais bola do que Willians, e de uns tempo pra cá tão fazendo de tudo pra queimar o único camisa 10 que temos no elenco. 
E ainda vem com um papo de não 'queimar' jogador jovem... Por favor, que conversa de frouxo. Luan está pronto. Coloca pra jogar, porque quem conhece do riscado não 'amarela' nem quando jovem nem 'velho'. Não é mesmo, Luan e Marquinhos????

Precisamos de mais, mais futebol em campo. A vontade, a retranca e a disciplina tática devem permanecer, mas saber jogar bola além do desarme e do chutão é o que vai nos salvar da degola. 
#chatiada

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Vida longa ao ídolo!



Por que nasce o ídolo?
Por pura vontade dos Deuses, em ânsia desmedida, de deixar o mundo ainda mais belo.
Esse lhes pertence todos os dias.
Em nada lhes escapa o ser escolhido para brilhar.
Brilha com luz que não lhe pertence.
Eis a glória e a dor do escolhido!
Paradoxal ser que vive acima dos normais, mas não pediu por isso.
Foi escolhido, simplesmente, escolhido.
Não se pertence desde a concepção.
Terá vitórias, conquistas e admiradores famintos.
Mas não terá vida própria.
Glória e dor desumanas em corpo findo,
e os famintos, lhes cravando unhas a rasgar sua pele.
Mas a alma escolhida, para se elevar além do previsível, sabe erguer o corpo rasgado. 
.
Você Nasceu pra quem ídolo?
Pra nós!
E hoje nós, pequenos humanos com nossa alterância entre idolatria e insciência ,  te parabenizamos por mais um ano de vida.
Nós que escolhesses, sem que os Deuses tenham de tido o porque.
Apenas soprando o nome Avaí em teus ouvidos.
E tu dissestes sim!
Esses Deuses brincalhões, colocaram nosso escudo em teu peito,
nossas cores em tua pele, pintaram teu sangue de azul e tua alma guerreira fez-se nossa serva.
És nosso servo, Marquinhos!
Assim estava escrito antes mesmo de nasceres.
Nasceste pra nós e por nós.
Tua vida estava assim determinada.
Avaiano antes mesmo de nascer!
Desculpas te pedimos nessa data, mito, pois jamais saberemos ser contigo o que mereces de nós.
Nos falta o que te sobra: divindade.
Mas os Deuses do futebol... sorriram pra ti desde sempre e para sempre.
- Vida longa ao ídolo! Ouço os deuses soprando em meus ouvidos.
- Amém! Respondo.



quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Concorra a camisas do Avaí

Aposte na Timemania e concorra a camisas do Leão


O torcedor que apostar na Timemania, marcando o Avaí como time do coração, possui vários motivos para sorrir. Além de concorrer ao prêmio em dinheiro do sorteio, ajudar o Leão da Ilha a ficar entre os 20 clubes com mais apostas acumuladas no ano, agora irá concorrer, também, a uma camisa Nº 3 do Avaí. A cada três apostas realizadas nas lotéricas e apresentadas na secretaria da Ressacada, o avaiano receberá um cupom para participar dos sorteios das camisas. Serão 20 camisas sorteadas.
Para participar da promoção é fácil! O torcedor precisa ir a uma lotérica, realizar as apostas (R$ 2,00 por aposta) e marcar o Avaí como time do coração. Quando acumular três apostas, do mesmo sorteio, ou não, entre os concursos 1088 (28/09) a 1101 (28/10), poderá apresentar na secretaria da Ressacada os bilhetes e adquirir os cupons.
Os mantos serão sorteados no dia 30 de outubro e os 20 (vinte) ganhadores serão divulgados pelo site e redes sociais do clube. Quanto mais apostas, mais chances de concorrer.


terça-feira, 26 de setembro de 2017

Marque o Coração do Avaí

"Avaí perdeu mais de R$ 1 milhão por não estar entre os 20 melhores da Timemania. Clube fará mobilização em redes sociais." Presidente Battistotti em entrevista ao jornalista Rodrigo Cabral Faraco na Rádio CBN-Diário
#AvaianoAposteNaTimeMania


sábado, 23 de setembro de 2017

Avaí segue sem perder no segundo turno



Novamente um bom jogo do Avaí.
Claudinei manteve seu esquema tático e durante o primeiro tempo, mesmo a posse de bola sendo mais do Flamengo, quem comandou a partida foi o Avaí.
Bem postado, o Avaí soube jogar o jogo.
E numa falta logo no início do jogo, Pedro Castro colocou a bola na área com muito veneno, enganou toda a defesa Flamenguista marcando o primeiro gol do jogo.

No segundo tempo Claudinei fez as mexidas. E é aqui que ele, quem sabe, pode mudar as vezes suas escolhas, jamais seu esquema. 
Juan cansa e Willians entra. Está na hora de tentar mudar essa escolha. Luan Pereira pode ser uma alternativa mais inteligente (entrou novamente no jogo, mas só aos 40 minutos no lugar de Simião). Claudinei ainda tirou do time Joel para a entrada de Lucas Otávio. 
O Avaí ainda conseguiu no segundo tempo algumas escapadas, mas não soube aproveitar o contra ataque para marcar o segundo gol.

O Flamengo veio para o segundo tempo na busca do empate e foi forte pra cima do Avaí. Douglas fez duas defesas e nos demais ataques Flamenguista a defesa Avaiana continuou se comportando muito bem como está sendo desde o início do returno.
Se contra o Atlético o gol do empate veio aos 37 em decorrência de erros do Avaí que não matou o contra ataque atleticano, o gol do empate do Flamengo veio aos 35m de um chute de fora da área de pura felicidade do lateral Rodnei. Sem defesa para o goleiro Douglas.

Lamentar o empate não cabe novamente, principalmente se lembrarmos o Avaí do primeiro turno. Mas ficou novamente o gostinho de que a vitória era possível. E esse 'gostinho' diz muito do que é o Avaí nesse segundo turno. Um time invicto que luta bem organizado, com esquema correto e com muito disciplina tática. Claudinei poderia apenas rever suas escolhas na hora das substituições, afinal tem no banco uma promessa real em Luan e um jogador do nível do Marquinhos que não vem sendo aproveitado no segundo tempo.  
Mais um ponto, mais um jogo sem perder, mais um jogo bem jogando contra um forte adversário. Méritos do esquema tático, méritos dos jogadores que cumprem a risca o que determina seu técnico.

Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Doe Sangue, torcedor Avaiano!



Samuel França Teixeira, está internado no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em função de ter sido diagnosticado com câncer. 

O pequeno Samuel vai passar por uma cirurgia e está precisando urgentemente da doação de sangue, tipo A+. Quem puder doar, por favor, vá ao HEMOSC e diga que a doação é para SAMUEL FRANÇA TEIXEIRA, cujo cadastro no HEMOSC é o de número 1763276. Informando um desses dados, a doação será contabilizada para ele.

O HEMOSC fica na Av. Othon Gama D'Eça, 756, no Centro, e atende das 07:15h às 18:30h.

Vamos colaborar!

domingo, 17 de setembro de 2017

Invictus

Foto: Jamira Furlani/AvaíFC

O Avaí fez um bom jogo diante do Atlético Mineiro.
A vitória escapou não por falta de vontade, mas em decorrência das substituições que o nosso competente técnico efetuou durante o segundo tempo.
O Avaí vencia o jogo e estava sendo pouco ameaçado pelo Clube mineiro. Tanto que foi o jogo em que goleiro Douglas menos trabalhou. 
Bem postado no primeiro tempo, o Avaí conseguia segurar as escapadas rápida do Atlético e mais ainda, tinha a uma marcação efetiva de Judson, na proteção da zaga e de Simião. 
Jogando assim, o Avaí segurou o adversário e conseguiu abrir o placar no final do primeiro tempo em um cruzamento de Júnior Dutra. Leandro Silva na entrada da zaga errou o chute, mas Simião bem postando tocou com qualidade para dentro do gol.
No segundo tempo o Atlético veio pra cima, mas continuavamos bem postados. Claudinei errou quando sacou Judson do time (vinha sendo um dos melhores em campo juntamente com Alemão), colocou um terceiro zagueiro e adiantou Betão. Claudinei ainda se equivou quando colocou Rômulo no jogo. Com mais de trinta minutos de partida o Avaí tinha no banco um jogador com qualidade e experiência para ditar o ritmo do jogo: Marquinhos Santos.  A entrada de Luanzinho deu uma movimentação com mais qualidade na meia cancha, mais foi feita tarde demais. Willians deveria ter saído antes do jogo. Pedro Castro também. 
Num escanteio mal cobrado por Pedro Castro aos 37 minutos do segundo tempo, o Atlético conseguiu o que tentou o jogo todo. Um contra ataque veloz e mortal empatando a partida. 
Um empate que ficou atravessado, porque merecíamos vencer o jogo, mas que não deve ser lamentado. Que sirva de aprendizado para o nosso técnico. Ele saberá tirar as lições do jogo de hoje, é competente pra isso. 
O Avaí continua invicto no returno e é impossível não reconhecer uma melhor postura da equipe Avaiana, assim como um entrosamento que só é possível porque o técnico foi mantido. 
Errar faz parte, tenho certeza que Claudinei soube observar o que aconteceu no jogo após as substituições, conhece do riscado e sabe que o empate veio num contra ataque que poderia e deveria te sido evitado.
Tem muito jogo pela frente e o elenco está mostrando que quer e vai lutar até o fim.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Gestão, união e raça: somar pra ficar!



Que vitória, meus queridos!
Se o nosso elenco carece de qualidade, está sobrando raça e vontade em todos os jogadores do nosso Avaí. E muita, muita disciplina tática.
Claudinei tem a confiança do grupo e o grupo confia no grupo. Ponto final!
O presidente renovou com o técnico até 2018. Foi gestor!
Renovou com Luan até 2021. Foi gestor!
E fez mais que um gestor: renovou com o ídolo maior do Avaí até o final de 2018. Foi Avaiano!
O Avaí deixou a zona de rebaixamento graças a esses fatores.
Battistotti percebeu, antes de muitos Clubes grandes, que a gestão do futebol no Brasil está equivocada e atrasada na sua relação com o técnico de futebol.
Se vamos continuar em ascensão ou não, não sabemos. Afinal, os jogos precisam ser jogados, a boa gestão precisa ser feita todos os meses, o grupo precisa continuar unido e focado e a torcida tem que comparecer aos jogos na Ressacada. E o torcedor que quer e pode dar mais para o Clube, precisa se associar.
Um jogo de cada vez; todos juntos todas as vezes e todos com os pés no chão.
Assim somaremos sempre!
Vamos precisar lutar juntos todas as batalhas dessa 'guerra' que é o Brasileirão.
Domingo temos um novo encontro marcado: 11 horas na Ressacada.
#somarpraficar

sábado, 2 de setembro de 2017

Homenagem a Cleber Santana #Avai94anos

Avai F.C fez homenagem ao ídolo Cléber Santana
#Avaí94anos

Aqui eternizado o homem que com sua raça e suor, 
acrescentou mais glórias e conquistas em nossa História vitoriosa.
Cleber o vencedor
Cleber o conquistador
Cleber o campeão, tinha um encontro marcado com nossos dias de glórias.
E compareceu!
Tua conquista, oitenta e oito, transformou 2012 em uma das páginas mais inesquecíveis na história do Avai Futebol Clube.  Tu levastes nosso escudo no teu peito e o teu peito foi nosso escudo. 
Teu nome, Cleber Santana, está escrito no coração de todos os Avaíanos e o número da tua camisa está desenhado em nossos corpos com a força das garras do Leão.
Leão que somos, Leão que és!
Daqui, para todo o sempre, nós Avaianos estaremos te louvando, Campeão!
Quem é do Azul nunca morre, simplesmente volta para o Azul.

(Uma homenagem dos torcedores Avaianos ao ídolo Cleber Santana, no dia do aniversário do Clube - Avaí 94 anos, que foi entregue a família do craque)





sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Tu já nasceste campeão!



Hoje nasceu 'O Concebido Avaiano'.
O Avaiano que viveu, que vive e que ainda viverá nasceu, nasce ou nascerá no dia primeiro de setembro. Desde 1923 é assim. Antes disso era apenas o Céu Azul.
E de lá pra cá, a sua história vem sendo escrita, com tinta da cor do céu, composta por palavras que formam as páginas com tuas conquistas gloriosas. 
O Avaiano é um ser infinito. Nasceu, mas jamais morrerá.  A 'Avaianidade' é paradoxal pois é plural, mas 'plural-singular': O Avaiano!
Esse ser único nasceu a noventa e quatro anos atrás.
O ser que engana o olhar dos descrentes: esses enxergam muitos e temem ao ver um exército uniformizado de Azul. Eis  a magia Avaiana: um único ser que se deixa ver como  muitos, mas na verdade seu DNA é de um só. DNAzul!!!
Foi você que nasceu em primeiro de setembro, você, só você, Avaiano!
Parabéns concebido Avaiano, tu já nasceste campeão.
Eis o Avaí! 

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Empate contra o São Paulo nos obriga a vencer domingo


Alemão: qualidade e muita raça!
Foto: Jamira Furlani

Após a vitória na Bahia e o empate em casa diante do São Paulo, o nosso Avaí precisa trabalhar essa semana focado totalmente no próximo jogo diante da Chapecoense em casa.
A vitória é necessária e para que isso acontece o elenco Avaiano tem que ser o que somos: Leões!
Claudinei ainda necessidade de reforços, isso é claro. Mas mais claro ainda é a necessidade de vencer em casa. 
A vitória na Bahia mostrou que fora de casa não é ´proibido' vencer. É possível sim! Com limitações, mas muita disciplina tática e um pouco de ousadia podem dar ao Avaí um novo rumo nesse Brasileirão. 
No empate em casa,contra o São Paulo, faltou ousadia. Não se pode colocar na conta do Dutra o gol perdido. Claudinei poderia ter feito uma substituição ao menos no intervalo. Tirar o Juan que não jogava bem e até se escondia do jogo. Não o fez. Luan Pereira é um jogador com talento. Demorou pra entrar. Ele dá outra dinâmica pra meia cancha sem qualidade na saída de bola (quando Marquinhos não está em campo) e já mostrou isso no pouco tempo que vestiu a camisa Avaiana.
Airton entrou no lugar do Betão e fez uma excelente partida. Na zaga como no gol, estamos bem! Alemão é um monstro.
Nossos laterais continuam rendendo muito pouco no ataque porque seus cruzamentos estão sem qualidade. Com uma meia cancha que não cria, Júnior Dutra vem jogando por dois, haja folego. Devido ao esquema utilizado por Claudinei, quem joga de 'centro avante' recebe pouquíssimas bolas além de ter que voltar até a defesa para marcar. E outra, nosso time erra muitos passes. Pedro Castro não é um meia criativo, quem sabe um volante. Quem sabe?
Domingo temos que vencer!

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Avaí precisa se preparar rápido para o returno



Com o empate de ontem contra o Santos, o nosso Avaí termina o turno com dezoito pontos na zona do rebaixamento.
O returno será difícil.
Com um elenco limitado em sua qualidade, cabe a direção Avaiana e sua comissão técnica, com o apoio da nossa torcida, buscar soluções rápidas para buscar os pontos necessários que irão nos manter na série A.
Todos sabemos o quanto custa aos cofres do Clube uma queda.
Fazer futebol hoje em dia não é barato.
Não é para amadores.
Ninguém sabe melhor sobre essa verdade do que as pessoas que trabalham dentro do Avaí.
E com certeza trabalham para que isso  não acontece.
A resposta no returno precisa ser positiva e imediata.
Uma volta a série B vai desequilibrar o que todos lá dentro, acredito eu, estão tentando equilibrar. 
Pensar no Avaí em primeiro lugar é o cabe a cada um que está no comando. 
Que ninguém se comporte como o 'salvador da pátria', porque o Clube precisa trabalhar em conjunto com a torcida e com os Avaianos de nascença e credo, esses que sempre se entregam com amor e seriedade na busca das soluções urgentes e doam seu 'sangue azul' para nossas conquistas.
#ReageLeão

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

´Pouta', cinco???



Mal postado o Avaí foi goleado pelo Atlético Paranaense.
Um elenco com pouquíssimos jogadores de série A e um time que só sabe jogar entregando a bola para o adversário, o Avaí mostra que não tem condições de reagir quando sai atrás do placar.
Meia cancha sem criatividade nenhuma; volantes que só marcam e nem isso fazem bem; laterais que tomam bola nas costas e sobrecarregam a defesa e  não sabem cruzar uma bola com qualidade nos contra ataques e claro, atacantes que vão 'morrer à míngua'. 
Se todos voltam pra marcar, explicar uma goleada fica difícil.
Mas a falta de qualidade do elenco diz muito.
Maicon e Lovat nem viajaram. Tavares viajou, mas não entrou pra jogar.

Falta força para reação, falta inteligência na saída de bola e não há qualidade em nenhum meia quando Marquinhos Santos não está em campo.
A zaga que tem dois bons jogadores, não é protegida mesmo por um time armado para se defender.
Pedro Castro (veio da Tombense e mandaram o Lucas de Sá pra lá), Simião, Willians não são jogadores com condições de disputar um brasileirão.
Capa e Leandro Silva não estão rendendo nesse campeonato.
Joel, Júnior Dutra e Rômulo correm o maior tempo de jogo longe do gol.
Claudinei e sua comissão técnica tem muita convicção em jogar sempre dando a bola para o adversário, mas nenhuma convicção nas suas substituições. 
O Avaí joga 80% do jogo só no seu campo.
Difícil! 

sábado, 29 de julho de 2017

Palmeiras joga fácil e vence o Avaí


Avaí com a postura de sempre: fechado jogando por uma bola.
Na Arena do Palmeiras não funcionou.
O time paulista soube jogar o jogo, tocou bem a bola e com um elenco bem acima do nosso venceu o jogo por 2 x 0.
Juan, que não vem jogando bem, tomou um amarelo e continuou reclamando com o fortão Daronco. Tomou o vermelho e deixou o nosso time na mão. Juan foi um abobado e Daronco um babaca. O maior prejudicado? O nosso time. Já sendo dominado com 11 em campo, com 10 o Palmeiras administrou o segundo tempo facilmente porque foi muito pouco ameaçado pelo Avaí.
Jogar com um time que sabe tocar a bola tendo em campo uma meia cancha limitada é preciso muita incompetência do adversário para não vencer o jogo. O Palmeira foi eficiente e venceu.
Nosso elenco é limitado. Falta qualidade na meia, Capa não está jogando bem a série A, Judson tem sido o cara que marca com mais qualidade e só.  É muito pouco para uma meia cancha que joga a série A. Quando tomamos um gol fica difícil reverter,  porque esse time não sabe sair para o jogo. Laterais limitados e meia cancha sem um camisa 10. 
Deu pena do Joel hoje. Dutra não repetiu as partidas anteriores.
Palmeiras venceu e não venceu de mais porque ficou administrando apenas o placar.

FICHA TÉCNICA 

PALMEIRAS 2 X 0 AVAÍ 
Local: Allianz Parque, São Paulo (SP) 
Data-Hora: 29/7/2017 - 19h 
Árbitro: Anderson Daronco (Fifa-RS) 
Auxiliares: Rafael da Silva Alves (RS) e Elio Nepomuceno de Andrade Junior (RS) 
Público/renda: 33.633 pagantes/R$ 2.139.243,95 
Cartões amarelos: Deyverson (PAL), Joel e Juan (AVA) 
Cartões vermelhos: Juan (AVA), aos 45'/1ºT 
Gols: Dudu (10'/1ºT) (1-0), Deyverson (34'/1ºT) (2-0) 

PALMEIRAS: Jailson; Mayke, Mina (Edu Dracena, aos 18'/2ºT), Luan e Egídio; Bruno Henrique, Jean e Guerra (Raphael Veiga, aos 26'/1ºT); Róger Guedes (Keno, aos 29'/2ºT), Dudu e Deyverson. Técnico: Cuca. 

AVAÍ: Douglas; Leandro Silva, Alemão, Betão e Capa; Judson, Wellington Simião (Diego Tavares, aos 15'/2ºT), Juan e Pedro Castro; Junior Dutra (Maurinho, aos 29'/2ºT) e Joel (Rômulo, aos 35'/2ºT). Técnico: Claudinei Oliveira. 

domingo, 23 de julho de 2017

Domingo de vitória Avaiana

Júnior Dutra marcou o gol da vitória. Foto: AvaíFC 

Uma vitória da garra e de muita competência da defesa Avaiana.
Douglas, Alemão e Betão beiraram a perfeição. Aqui não tem cabo, só sargentão!
Júnior Dutra, novamente, foi o melhor homem de frente do Avaí. Tão fantástico que a 'gorduchinha' não permitiu ao Pedro Castro acertar a bola no cruzamento do Leandro Silva. A redondinha escapou do volante e procurou o cara do jogo. Dutra aceitou o carinho e fez a dona do jogo beijar a rede adversária. 
João Paulo se comportou bem na defesa, Leandro Silva fez uma boa partida e Joel se movimentou muito, mas não sobrou uma pra ele guardar.
Juan pode render mais, jogou muito pelo lado do campos e apareceu muito pouco para o jogo. Pedro Castro e Simião marcam muito de longe e são limitados na saída para o jogo. Judson esteve bem na partida.
O Cruzeiro é um time que marca bem, não desmancha e procurou de todas as maneiras um jeito de furar a muralha Avaiana. Não conseguiu.
Uma vitória merecida, três pontos somados e muito trabalho pela frente.
Séria A não perdoa os fracos. O Avaí precisa continuar crescendo na competição e Claudinei precisa de mais reforços para deixar o Avaí mais forte. Principalmente na meia cancha. 

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Que 'côsa': o chute do Joel bateu na trave

Foto: Jamira Furlani/Avaí FC

Focado e bem postando, o Avaí soube enfrentar o líder do campeonato e por detalhe não saiu vencedor. O empate em zero a zero não condiz com o bom jogo dessa quarta na Ressacada.
Júnior Dutra jogou muito bola e a zaga avaiana, novamente, soube se postar corretamente diante das estocadas do Corinthians, principalmente a boa e constante movimentação do atacante Jô.  Uma pena que o Joel apareceu pouco no jogo e na bola que conseguiu chutar a gol... a 'gorduchinha' bateu na trave.
Juan começou aberto pelo lado direito e ficou um pouco sumido, mas quando trocou de lado com o Júnior Dutra apareceu mais no jogo. Tem que aparecer mais no jogo. O homem do jogo foi Júnior Dutra. O cara jogou muita bola os noventa minutos. 
Pedro Costa e Simião estiverem bem na partida e Judson mesmo um pouco abaixo dos dois, não comprometeu.
Leandro Silva tomou algumas bolas na costa, mas teve sempre uma cobertura perfeita do Alemão. Mas o cruzamento mais perigoso partiu do lateral direito, que Simião por muito pouco não marcou.
Capa na defesa não comprometeu, mas no ataque apareceu sem muita chances de cruzamentos.
Um bom jogo do Avaí.
Claudinei saiu com o time certo, fez substituições na tentativa de vencer a partida com a entrada do Rômulo, por cansaço do Juan, e do Marquinhos no lugar do Simião. O galego conseguiu meteu uma bola para o Rômulo que optou por não chutar a gol e passar para Dutra que se movimentava ao seu lado, mas tocou fraco na bola e a zaga Corinthiana cortou. Tirou Judson por cansaço e colocou Lucas Otávio.
Que esse empate faça o Avaí ver que precisa jogar focado e bem postado todos os jogos. Foi assim contra o Grêmio, mas no jogo seguinte contra o Coritiba não repetiu a mesma postura em campo. Contra o Cruzeiro precisa jogar no mesmo nível e claro, fazer a rede balançar.

AVAÍ: Douglas; Leandro Silva, Alemão, Betão e Capa; Judson (Lucas Otávio), Wellington Simião (Marquinhos), Pedro Castro e Juan (Romulo); Junior Dutra e Joel. Técnico: Claudinei Oliveira.

CORINTHIANS: Cássio; Fagner; Pablo (Pedro Henrique), Balbuena e Guilherme Arana; Gabriel (Kazin), Maycon, Rodriguinho, Jadson (Marquinhos Gabriel) e Romero; Jô. Técnico: Fábio Carille

domingo, 9 de julho de 2017

Competência, bravura e sincronicidade: vitória!


Competência, bravura e muita sincronicidade.
A vitória Avaiana em plena arena do Grêmio veio assim:
1) Competência do goleiro Douglas;
2) Bravura de todos que estiveram em campo;
3) sincronicidade entre a necessidade que exigiu as trocas que Claudinei fez.

A primeira troca veio desde o jogo contra o Botafogo: precisou Maurício cometer um falha crucial para que Claudinei se convencer do que a maioria já sabia. A troca dos goleiros fez toda a grande diferença nas três últimas partidas;
a segunda troca foi no jogo de hoje: a saída por lesão do Luan fez Claudinei colocar em campo Simião e ele não apenas abriu o placar, com um golaço,  como deixou a meia cancha avaiana mais qualificada e mais, Judson joga melhor sem Luan jogando ao seu lado;
depois Claudinei trocou Rômulo por Júnior Dutra e o segundo gol avaiano veio dos pés, novamente, de outro cara que saiu do banco e mais, com passe de outro que saiu do banco, Willians (entrou no lugar do Juan). Nova sincronicidade: mais um gol que contou com dois jogadores que vieram do banco.

Mas é impossível falar dessa vitória sem hiper valorizar a atuação magistral do goleiro Douglas.
Todo mundo sabe que o 'se' não joga, mas todo Avaiano sabe que 'se' Douglas não estivesse no gol no jogo de hoje, nos sofreríamos uma derrota em Porto Alegre. Goleiro que sabe se colocar, sabe sair do gol e hoje ainda soube antever como seria a batida do pênalti de Edílson.

O Grêmio teve uma média de 70% de posse de bola. Atacou o Avaí o tempo todo, mas quando a nossa boa defesa era envolvida, o ataque gremista não conseguiu nunca vencer o nosso arqueiro, nosso paredão, nosso guardião.

O Avaí de Claudinei entrou com uma proposta de jogo: empatar. Essa proposta estava dando certo porque Douglas estava em campo e essa proposta foi além do que Claudinei desejava porque Simião, devido a lesão de Luan, entrou e marcou o primeiro gol e Júnior Dutra também, pra definir a vitória a nosso favor.
Valeu a raça, a luta e a bravura dos jogadores; a excelência do arqueiro e os pés calibrados de Simião e Dutra.
Quinta feira é com a gente, 'camisas 12': Todos pra Ressacada! 

domingo, 2 de julho de 2017

Pra se lamentar (e muito) esse empate


Uma meia cancha  com apenas um jogador que sabe tocar a bola, Juan; o Avaí fez um jogo sem muitas chances de gol contra um Ponte Preta fechadinha. Muito erros de passes e nenhuma tabela que pudesse abrir a retranca do seu adversário, o Avaí teve um chute a gol do Joel que a bola acabou indo pra fora; um chute do Rômulo que teve defesa com rebote do Aranha, mas o zagueiro conseguiu se antecipar a Pedro Castro. Muito pouco para um time que jogou em casa contra um adversário que veio para empatar.

Joel fez novamente uma boa partida, mas a bola chegou muito pouco nele.
Alemão e Betão estiveram bem na defesa.
Luan e Judson não sabem sair tocando a bola quando ela passa por eles ou mesmo quando a recuperam e o contra ataque Avaiano morre já na meia cancha.
Capa até se movimenta bem e tem muita vontade, mas erra passes em demasia e peca pela precipitação.
Rômulo tem que ir e voltar até a linha de defesa para ajudar na marcação. Mata qualquer atacante.
Ruan enquanto teve folego foi o único cara consciente da meia cancha. Depois do 15 do segundo tempo, cansou.
Pedro Castro se movimenta pouco. Tem que render mais, criar mais.
Júnior Dutra, quando entrou, foi jogar na posição errada. Não rende fazendo a meia. Tem que jogar mais na frente.
Simião poderia ter entrado jogando no lugar de um dois volantes. Entrou tarde, não fez muita coisa no jogo.
Leandro Silva jogou o primeiro tempo e saiu machucado. Não vinha rendendo. Tavares entrou em seu lugar e apareceu mais no ataque com jogadas pela ala.
Douglas prova a cada jogo que ele já deveria ser o titular a muito tempo.

O Galego fez falta nessa partida. Nenhuma tabela? Ensina pros caras, M10!
A Ponte Preta fechada e o Claudinei não ousou nem mesmo assim.
Jogo para o Avaí ter vencido se Claudinei saísse da sua mesmice. Sem esquecer que temos um elenco com carências sérias.
Pra se lamentar (e muito) esse empate. 

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Douglas e Joel: vida nova ao Avaí


E a vitória veio porque o Avaí teve um centro avante em campo e um goleiro.
Claudinei fez o que todo mundo queria: mudou o goleiro e viu o time dele, o nosso Avaí, vencer fora de casa. E mais, outra coisa que pedimos a tempo era um camisa 9. Joel já havia jogado bem na estreia e hoje fez o que se espera dele: gol!
O Avaí fez um bom primeiro tempo e em dois ataque matou o jogo. Matou porque mesmo recuando teve embaixo dos 3 paus um goleiro seguro e corajoso.
Claudinei teve outro acerto: colocou Ayrton na zaga ao lado do Betão. E o grandalhão não deixou passar uma bola pelo alto, e olha que o Botafogo tentou pacas.
Juan esteve muito bem enquanto teve folego. Uma pena ter sido substituído porque Tavares que entrou mal em seu lugar.
Pedro Castro esteve bem melhor que nas partidas anteriores.
O importante foi marcar os 3 pontos e fora de casa.
Soubemos segurar a pressão do Botafogo, tivemos jogadores que souberam jogar o jogo.
Claudinei adquiriu folego. Estava preocupada porque sei que a falta de resultados positivos derruba rapidamente um técnico no Brasil. Claudinei pode mostrar mais, pode ousar mais deixando de lado algumas convicções que estavam atrapalhando o seu trabalho. Hoje ele descobriu que o goleiro certo estava a muito tempo no banco. Que 'partidasso' fez o Douglas!
Vamos em frente e pra cima, Avaí!

(Camaronês num time de uma ilha formosa só pode se dar bem)

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Paradoxal comissão técnica Avaiana


Sem convicção e teimosos: Paradoxal comissão técnica do Avaí.
Essas duas característica estão permeando as atitudes de Claudinei e Evando.
Teimosia num esquema tático que obriga seus jogadores de frente a recuar muito e o tempo todo; teimosia em sempre após os vinte minutos do segundo tempo tirar de campo o capitão Marquinhos, mesmo quando ele está acrescentando ao jogo e muitos outros não; teimosia em manter um goleiro que vinha falhando e que hoje falhou além do aceitável. Falta de convicção na escalação do time e nos jogadores que entram nas suas substituições. E hoje mais uma coisa: precipitação, por estar na lanterna, ao colocar o Maicon de titular sem o jogador estar fisicamente preparado para uma disputa de série A. Acredito que ele vai contribuir com o grupo, mas acho que ele precisava de mais tempo para se preparar. O Abel viu isso rapidinho.

Hoje começamos fazendo uma partida boa, mas a teimosia de manter o goleiro acabou com o jogo pra nós. Literalmente acabou. O goleiro falhou vergonhosamente no primeiro gol (entregou) e falhou também nos outros dois: bola na pequena área é do goleiro, e no terceiro, mesmo ela desviando em Maicon, ele tinha tempo de pegar pela distância do gol de onde houve o  desvio, mas estava adiantado.
Não gostei da atitude do Juan na briga com o Rômulo. Isso não pode se repetir jamais.
Gostei da estreia do Joel.
Willians e Pedro de novo? 
Judson saiu de campo por causa do amarelo? Coisa de time pequeno. Ele vinha muito bem no jogo. As contratações não estão ajudando em nada. 
E vocês podem até discordar, mas tirar o Galego hoje pra colocar o Willians? Me poupe!
E o que vem desempenhando o Capa? Bem abaixo da crítica.

Tivemos chances de gol, antes da lambança do nosso goleiro. O goleiro adversário fez o que precisa ser feito. Outra, no segundo tempo, Rômulo chutou na mão dele.
Um bom time começa por um bom goleiro. Não renovar com o Renan foi um erro e estamos pagando por isso. O barato sai caro.
Acorda, Presidente!

domingo, 18 de junho de 2017

Sem força ofensiva o Avaí perdeu novamente



Com o mesmo problema das partidas anteriores, o Avaí perdeu o jogo para o Vasco em decorrência de ausência de força ofensiva.
Capa novamente esteve mal na partida, não conseguiu descer ao ataque com qualidade e parou em todos os lances por erros seus na saída da defesa para o contra ataque. Leandro Silva também esteve apagado e Simião não repetiu o futebol que apresentou contra o Atlético MG e o Flamengo. Juan e Marquinhos até tentaram alguma coisa, mas o Avaí tem uma carência grande para completar qualquer jogada de ataque. Além do aproveitamento abaixo da crítica de jogadas pelas alas, até hoje não tivemos em campo um camisa 9. Rômulo vem atuando bem como um pivô, mas nem sempre, sozinho, vai conseguir vencer a defesa adversária.

Os jogadores que foram contratados ainda não mostraram nada que possa mudar o jogo Avaiano, com exceção do Juan, os demais como Pedro, Willians, Lucas Otávio e Diego Tavares estão devendo.
Jogando sem sua zaga titular o Avaí cometeu poucos erros na sua defesa, mas um erro só bastou para que o Vasco marcasse o gol da vitória no primeiro tempo. Leandro Silva falhou, Judson veio cobrir e falhou também, Airton mal posicionado na área e o goleiro que não saiu para abafar, permitiram o cruzamento na área feito por Nenê encontrar Pikachu, que marcou.

Claudinei colocou Willians (D. Tavares), Lourenço (Marquinhos) e Pedro (Simião) no decorrer do segundo tempo. Não mudou nada, ficou até pior. 
O Vasco jogou pouco e vence, o Avaí jogou quase nada e perdeu.


quinta-feira, 15 de junho de 2017

Péssimo futebol do Avaí



Uma péssima apresentação do nosso Avaí.
Infelizmente nosso elenco ainda não tem 'força' para disputar uma série A.
Não temos um time completo e muito menos um banco que possa mudar o jogo e mais, Claudinei peca também ao não ter convicção na hora de substituir; na demora por substituir e nos jogadores que indicou,  que até agora mostraram muito pouco para jogar uma série A.

Estamos carentes em muitas coisas. O nível do futebol mostrado contra o Atlético Mineiro e Flamengo se deu muito por conta da aproximação entre Marquinhos e Juan. Esses sabem jogar bola.
Capa hoje errou tudo e mais um pouco; Leandro Silva jogou mal e ainda fez um pênalti infantil; perdemos Alemão por lesão; Willians foi um homem a menos; Luan e Judson tão vistos; Rômulo esteve sozinho, sozinho lutando na frente e Betão ficou cobrindo o Capa o jogo todo. Gustavo entrou no lugar do Alemão e está sem ritmo de jogo. Simião não foi o mesmo das outras partida; Pedro não mudou nada quando entrou; Diego Tavares jogou pouco tempo. Juan foi o melhor jogador em campo, mas esteve sozinho e as vezes mal posicionado em campo. Claudinei demorou muito pra mexer e como disse acima, sem convicção: dessa vez não usou Lourenço. Diego Jardel e Caio César não sei por onde andam, Lucas de Sá (não aproveitado por esse comissão técnica) foi pra Tombense. Camisa 9 não temos desde William. 

Longe, estamos longe até momento, de um ter um time competitivo para a disputa desse campeonato. Urgência urgentíssima na qualificação do elenco e numa postura mais convicta e corajosa do nosso técnico. Afinal, os jogadores que chegaram foram com o aval dele. E ainda nos falta zagueiro, meia, volante, centro avante, zagueiro e um goleiro, esse pode estar no banco. Sem falar que nas laterais os dois titulares estão rendendo muito pouco.
Marquinhos, atualmente o maestro dessa orquestra desafinada do Claudinei, sempre faz falta; Júnior Dutra fez falta e Denilson, com um pé só, rendia mais que esse Willians.
Vamos torcer para a lesão do Alemão não ser séria.
Finalizações: 20x3 pra eles.
Atlético GO 3 x 1 Avaí.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Os 2'19'' reveladores do futebol brasileiro


2'19'' (dois minutos e dezenove segundos): foi esse o tempo que durou o pseudo-jogo de ontem.
Da marcação do pênalti a sua 'desmarcação' o Brasil pode assistir o comando do jogo deixar o gramado da Ressacada e ser decidido externamente por uma interferência  midiática contra o time da casa. Assustadoramente lenta, pela velocidade da comunicação dos dias de hoje.
Foi nos negado analisar e escrever sobre a bola rolando nesse jogo, foi nos negado dar notas aos seus protagonistas, porque deles foi retirado o protagonismo.
Inaceitável morte do futebol. Decorrência cruel da morte já anunciada e executada dos torcedores nos estádio que a CBF e seus asseclas vem arquitetando a muitos anos. Fora tudo que é do futebol: o jogo jogado no gramado com seus erros e acertos; a torcida na arquibancada; a polêmica apaixonada sobre os lances; as bandeiras tremulando; a cerveja; a paixão.
Em dois minutos e dezenove segundos todo um trabalho de preparação física, de preparação técnica, de treinamentos foram jogados no lixo dos safados que vem administrando o futebol brasileiro. 
Dois minutos e dezenove segundos tragaram o domingo do torcedor que saiu da sua casa quase 3 horas antes do jogo para poder chegar na Ressacada com tranquilidade, que pagou pelo ingresso, que pagou pela gasolina do seu carro ou a passagem do ônibus, que optou por esse entretenimento para num domingo lindo de sol foi ver seu time jogar.
Dois minutos e dezenove segundo desnudaram mais um pouco dessa grande sacanagem que virou o nosso Brasil ao ser dirigido em seu futebol e sua politica por interferência externas a ética e a grandeza do povo brasileiro.
Como disse a mídia que manda (ops! que narrou) o jogo: 
- "Vai nos consultar de novo, vai nos consultar de novo".
Que triste!
(sabe quem vai pagar pela safadeza do jogo de ontem? O capitão-torcedor que disse tudo que todos nós gostaríamos de dizer sobre a turma do Mato Grosso que nos visitou ontem)

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Dor e esperança em Minas


Muito difícil e doloroso para o torcedor aceitar dois tipos de derrotas:
1) por interferência da arbitragem e/ou
2) quando o time joga bem

No primeiro jogo desse brasileiro o Avaí, mesmo não jogando bem, deixou de vencer por um erro de arbitragem bizarro demais e no jogo de hoje, um Avaí mais bem postado na meia cancha; mais criativo e mais pegador e por isso mesmo com mais chances criadas para marcar (coisa que não vinha ocorrendo até então), foi derrotado jogando bem e cometendo apenas um erro defensivo.  
Um pecado!
É doloroso perder jogando bem ou sendo roubado.
Mas a derrota de hoje, jogando bem, trouxe consigo Ela: a Esperança.

Hoje com uma meia cancha jogando com Luan, Simião, Juan e Marquinhos jogamos bola em Minas, e Capa voltou a aparecer muito bem no ataque. Faltou ao nosso time aproveitar suas chances (Vitor foi o melhor em campo pelo Atlético) e mais uma coisa: faltou um centro avante, um homem de área, um camisa 9 de ofício.
Fizemos nossa melhor partida e não vencemos pela falta de força ofensiva e por nos faltar um banco mais qualificado para um série A.

Bola pra frente, sem o 'dançarino' que pediu pra sair (Denilson: danças muito mal), na esperança de que chegue na Ressacada um camisa 9. 
(Alemão falhou no cruzamento, Maurício quis defender com os olhos e Fred marcou: 
Atlético MG 1 x 0 Avaí) 

domingo, 4 de junho de 2017

Avaí vence o Sport com gol do Rômulo

Foto: Jamira Furlani Avaí 1 x 0 Sport

Com um esquema de jogo que mudou naturalmente só com a entrada de um jogador, que soube se movimentar e dar assistências assumindo, juntamente com o Marquinhos,  a meia cancha avaiana, o Avaí se arrumou na meia e jogou diferente do que vinha apresentando nesse brasileirão. Juan estreou e arrumou um pouco o que ainda precisa mais aprimorado no nosso time. Ao perder Judson por lesão durante o jogo, Claudinei optou pela entrada de Simião e esse jogador contribuiu também para melhorar o jogo Avai. Capa pode subir mais para o ataque com essa formação e Avaí criou mais jogadas no ataque mesmo entregando a bola para o seu adversário. Foi num cruzamento de Capa, com a movimentação correta do Simião na frente da zaga adversária, que a bola sobrou limpa para Rômulo. O atacante Avaiano fez o primeiro gol do Avaí que acabou por nos dar também a nossa primeira vitória.
Diego Tavares não comprometeu na lateral; Luan, com essa nova meia cancha, jogou melhor que nos jogos anteriores; Júnior Dutra teve boa movimentação e por pouco não fez um golaço (a bola bateu no travessão); Juan fez uma boa partida dando nova movimentação na meia cancha; Capa voltou a mostrar um bom futebol; Marquinhos teve companhia e não ficou sobrecarregado; Alemão e Betão fizeram, novamente, uma bela partida. Rômulo marcou o seu, mas pode render mais nas finalizações. Maurício quando foi preciso ( o Sport teve posse da bola mais ameaçou pouco o Avaí, que soube controlar o jogo) esteve muito bem no gol.
Claudinei substituiu Marquinhos por Lourenço, o jovem jogador apareceu muito pouco durante a partida. Acho que Claudinei poderia ter deslocado Juan pra função do Marquinhos (se achou necessário tirar o nosso capitão da partida) e colocar Lourenço na posição do Juan. 
Um vitória importante que prova que nem tudo estava errado e quem nem tudo ainda está certo. O importante foram os três pontos, a boa estreia do Juan, a entrada do Simião e Diego Tavares aparecendo bem na lateral. 
Nota: Marquinhos no jogo contra a Chapecoense fez 350 jogos com a camisa do Avaí. Uma marca que deveria ter sido lembrada e registrada pelo nosso Clube. Não o foi. Que pena!

terça-feira, 30 de maio de 2017

Enquanto 2 chegam na ilha.. 1 foge de táxi no estreito!

É OFICIAL!
Juan, lateral de 35 anos, ex-Flamengo e São Paulo é o novo reforço do Leão para a temporada! Juan estava atuando pelo Goiás.



Atacante Willians é mais um reforço anunciado:
O presidente Francisco Battistotti confirmou o acerto agora com o atleta, que estava no Atlético-GO.
O atleta de 29 anos e 1,82m chega à Ressacada nesta quarta-feira, às 14h. Passagens por vários clubes brasileiros e até exterior.



Enquanto dois desembarcam no sul da ilha, no estreito teve gente embarcando num táxi e fugindo com uma 'penosa' molhada.
Relato da fuga foi feito pelo gerente de futebol do time doladelá após derrota para o glorioso BOA Esportes. Já estou até ouvindo o Miguelzinho dizer: "Conta aqui pro bonequinho!!!"
Dou um prêmio pra quem entrevistar o taxista!
#crisenoestreito 


segunda-feira, 29 de maio de 2017

A direção precisa reagir com inteligência e ousadia


Falta muita coisa para o Avaí poder enfrentar seus adversários na série A.
Elenco fraco e um técnico que joga sempre com o mesmo esquema; que demora pra mexer e quando mexe, tenta sempre a mesma coisa. Não muda a maneira de jogar do seu time. Nem se arrisca nunca. Será que o Claudinei não quer desarrumar o desarrumado? 
Uma linha de volantes fraca: não marca e não sabe sair jogando. Judson ainda conhece um pouco do riscado, mas o Luan... jogando com um meia isolado (precisamos ter alguém que encoste no camisa 10  com condições de ajudar  a tocar a bola com mais qualidade na saída da defesa para o ataque), faz do Avaí presa fácil.  Basta ver uns 15 minutos do Avaí em campo para que qualquer técnico saiba jogar e vencer o nosso time. 
Chapecoense enquanto quis jogar colocou o time do Claudinei na roda. Fácil, fácil.
No intervalo Claudinei voltou com o mesmo time e o mesmo esquema (as vezes com as mesmas peças se muda o esquema, mas nem isso ele fez).  A diferença para o primeito tempo é que a Chapecoense voltou pra cozinhar o jogo. Tava fácil porque o Avaí já estava frito.
Claudinei quando mexeu tirou o Marquinhos para entrado do Diego Tavares; tirou Denilson e colocou Lourenço e por fim, tirou Judson e colocou Lucas Otávio.
Preciso dizer que mesmo com a Chapecoense já desinteressada não apresentamos nada de novo ou de bom?
Fritados, humilhados e sem a menor condição de enfrentar seu adversário, o nosso Avaí precisa reagir e reagir com inteligência e muita ousadia.
Terceiro jogo e quantos gols o Avaí marcou? Zero!

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Carências crônicas provocam derrota


Infelizmente nossas carências ainda não foram sanadas com contrações necessárias para uma disputa de série A.
Um São Paulo jogando pressionado conseguiu abrir o placar com 10 minutos do segundo tempo. O Avaí já havia perdido uma chance de gol numa bola que sobrou na entrada da área para Marquinhos. O nosso camisa 10 chutou mal. Escolher não chutar colocado como sempre faz. Optou por um chute forte e errou.

O Avaí continuou jogando como sempre jogou esse ano. Mas com dois problemas a mais: Luan esteve perdido na proteção a zaga e Capa não marcou tão bem como costuma fazer. O resto tudo igual: sem ninguém encostando no Marquinhos; dando a bola para o adversário; sem um camisa nove nato; sem se arriscar com substituições mais cedo e sem mudança tática. 
Claudinei mexeu depois dos 30 minutos do segundo tempo para a entrada de Lourenço e Simião. Saindo Judson e Tavares. O Avaí melhorou um pouco, mas aí Claudinei fez a terceira mudança e errou. Tirou Marquinhos de campo, o único que cria na meia cancha e dá sequência nas jogadas na saída para o ataque, para entrada de Yuri e o São Paulo, que estava jogando todo o segundo tempo pra manter o placar, avançou seu time e criou 3 chances claras de gol. Duas com boas defesas de Maurício e na terceira ampliou o placar.

Elenco fraco para uma série A. Precisamos de mais qualidade na meia, principalmente com volantes que saibam sair jogando e precisamos de um camisa 9. Um  homem de área. Fica difícil até analisar, mesmo com sua demora para fazer mudanças, as escolhas do Claudinei. Seu elenco não é de série A.
Denilson apagado, Diego Tavares não empolgou e Rômulo perdeu uma chance de gol no segundo tempo. Alemão e Betão estiveram bem na defesa. 
O São Paulo teve duas bolas e guardou. O Avaí teve duas chances e perdeu.
Pratto e Araújo marcaram para o São Paulo.
Júnior Dutra faz muita falta.
Contratações urgentes!


segunda-feira, 15 de maio de 2017

'Operado' em casa com tesoura


O nosso Avaí fez seu primeiro jogo no brasileirão 2017 e ficou no zero a zero com o Vitória da Bahia.
Utilizando o mesmo time do catarinense e o mesmo esquema de jogo, o Avaí ofereceu a bola para o seu adversário e o Vitória agradeceu. Agradeceu porque veio nitidamente em busca de um empate e fez, com essa posse de bola, não apenas o tempo passar como acertou duas bolas na trave. 

O Avaí teve um chute perigoso do Capa no primeiro tempo e sem criação na meia, com os atacantes Denilson e Rômulo jogando muito recuados, manteve um Júnior Dutra, guerreiro, na frente sem receber muitas bolas decisivas. Exceto uma bola que ele, no segundo tempo, entrou na área e sofreu um super-power-ranger pênalti não marcado pela arbitragem.
#operadoemcasacomtesoura
Claudinei fez substituições, mas não mudou o esquema tático e muito menos o placar.
Zero a Zero com estreias de Simião e  Diego Tavares, que por jogarem pouco tempo não podem ser avaliados com seriedade. 
Novamente uma partida perfeita da nossa dupla de zaga.

Segunda-feira vamos enfrentar um incógnito São Paulo. Um jogo que pode fazer o esquema do Claudinei voltar a funcionar. Fechadinho, jogando por uma escapada pelas laterais para um bom cruzamento; um lançamento certeiro para um chute certeiro ou uma bola parada pode nos dar 3 pontos. Fora contra os grandes é aceitável, em casa contra os times que tem o nosso tamanho, precisa ser revisto quando o adversário vem claramente buscar o empate.

domingo, 7 de maio de 2017

O Avaí jogou como É!

Jogadores do Avaí recebem a medalha de Vice campeão Catarinense 2017
(Foto: Jamira Furlani)

O Avaí jogou como é!
O Avaí foi a Chapecó e mostrou sua alma, elevou sua história e ao receber o título de vice campeão, fez o título maior se erguer do nosso tamanho. Somos grandes mesmo quando somos o segundo melhor de Santa Catarina. Somos honrados porque vencemos sempre em campo, perdemos sempre em campo e conquistamos sempre em campo.
Falar do jogo de hoje é falar do Avaí Futebol Clube.

Escrever sobre esse campeonato é doloroso porque fomos 'derrotados' em casa, mas a dor é absorvida pelos fortes. E o nosso Avaí, ao se erguer do golpe caseiro vencendo o jogo de hoje, fez da conquista do vice campeonato (na terra onde o 'mundo' todo torce  e ora), uma ode escrita com suor, glória, honra e paixão.
Esse é o Avaí, esse é o Vice-campeão Catarinense de 2017.
Esse é o Clube 16 vezes campeão Catarinense.
- Muito prazer, 'olhos do mundo': somos o Avaí Futebol Clube!

(permanecer no gramado para receber a premiação de vice campeão é só pra quem tem honra)

terça-feira, 2 de maio de 2017

Sim, Avaí!

Foto: Jamira Furlani/Oficial Avaí FC

Temos uma decisão domingo!
Todo Avaiano sabe: o Avaí é um Clube que jamais deixou de lutar por seus títulos dentro de campo.
Não vai ser diferente em Chapecó.
Porque é impossível para o Avaí ser diferente do que nasceu pra ser: O Time da Raça!
Está em nosso DNA, na nossa história, em nosso escudo, na nossa bandeira, no nosso hino, na nossa torcida, em todas as taças já conquistadas e em todos que vestem a camisa Avaiana em jogos decisivos.

Não estamos FORA DA disputa, estamos NA disputa.
Não vamos, porque nunca o fizemos, desistir na véspera.
Não estamos a deriva, temos capitão!
Não estamos mortos, somos eternos.

Sim, nós somos o Avaí Futebol Clube!
Sim, nós seremos Leões em campo!
Sim, nós vamos lutar até o apito final.
Sim, nós temos Estrela!
Sim pra nossa História!
Sim pra nossa Raça!
Sim para os nosso jogadores!
Sim pra nossa torcida!
Sim pra nossa Glória!
Sim, Avaí!